quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 0 comentários

Tipos de sonho

Tipos de Sonhos Existe muitos tipos diferentes de sonhos. As pessoas vem estudando-os, tentando entendê-los e dividindo-os em grupos. 

Sonhos criativos:
Pessoas que tem sonhos criativos representam seus sonhos através da pintura ou mesmo através de livros. 

Sonhos lúcidos:
  A pessoa está sonhando, sabe que está sonhando e conseguem controlar o que está acontencendo como se estivessem direcionando um filme. Essas pessoas conseguem se encontrar com outras pessoas pelo seus sonhos e depois quando acordam, descobrem que a pessoa com quem sonharam tiveram o mesmo sonho com as mesmas pessoas e as mesmas coisas. 

Pesadelos:  
Sonhar com monstros, fantasmas significa que você está com medo de alguma coisa na vida real e que precisa ser confrontado. Se você sonhou que você está preso em algum lugar, isso significa que você está preso à uma situação na vida real. 

Sonhos previsíveis: 
São sonhos em que a pessoa que está sonhando alega que certos eventos irá acontecer no futuro. 

Sonhos repetitivos: 
Se você sonha com a mesma coisa mais de uma vez, isso quer dizer que alguma coisa está te preocupando na vida real. 

Sonhos sensuais: 
Todos nós sonhamos sobre sexualidade, especialmente quando estamos passando pela fase da puberdade. É perfeitamente natural sonharmos com esse tipo de coisa em qualquer estágio de nossas vidas.
Durante anos as pessoas acreditaram que nossos sonhos eram criados por seres de outro mundo, podendo ser usado como ferramenta de previsão daquilo que poderá nos acontecer. A Bíblia Sagrada, trata os sonhos como mensagens divinas, vindas de Deus, já o povo egípcio, grego e romano, dizia que os sonhos eram fonte de inspiração. O dicionário mais antigo sobre sonhos foi produzido pelos egípcios há 4 mil anos atrás. O mesmo se encontra disponível no Museu Britânico. O livro nos traz uma forma contrária de se prever o sonho, já que o povo do antigo Egito acreditava que se você sonhasse algo bom, era um sinal de que alguma coisa de ruim estava prestes a lhe acontecer. Se o sonho fosse algo ruim, tipo um pesadelo, a previsão era de boa sorte. 
 
domingo, 11 de dezembro de 2011 0 comentários

A garota que morreu enforcada com um lenço

O inverno está aí e estar na moda é mais que uma opção, é uma prioridade.
Um grande acessório da moda usado principalmente no inverno são os lenços, dos mais diferentes tipos, para os mais diversoso gostos. (...)
                                       fonte: modaevida.uol.com/2011/lenços-a-cara-do-inverno.htm

A garota que morreu enforcada com um lenço
Dia 12 de agosto, aproximadamente às 6h15min da manhã, Francisca se aprontava para o trabalho. Estava empolgadíssima com seu primeiro dia de trabalho no restaurante mais chic da cidade, iria ser garçonete e era obrigatório vestir o uniforme do restaurante, e nesse uniforme incluia o uso de um laço vermelho, este era pra ser usado no pescoço. Francisca estava achando que seu lenço estava folgado e o apertou com tanta força que foi enforcada, caiu no chão no mesmo instante.
O dono do restaurante foi obrigado a suspender imediatamente o uso dos lenços no uniforme por denúncia da família, "O lenço ficava muito folgado e 'caía' a todo instante", relatou a mãe da falecida.
As autoridades disseram que este foi um dos casos mais bizarros já vistos na cidade.

                                                                                          fonte: notíciahojecom.br/casosdemorte/julho/a-garota-que-morreu-enforcada-com-lenço.htm
 
 (Obs: aposto que você verificou os links, não foi? 'haha)
sábado, 10 de dezembro de 2011 0 comentários

Por que eu amo música?

Sempre temos uma canção,
uma canção que toca o coração.
Seja na alegria ou na tristeza,
a música é nossa proeza.


Um dia ainda me encontrarei sem rumo,
descalço em meio a multidão,
não estarei com meus pés ao chão;
 Estarei em sintonia com nossa música,
em meio a estrada,
seguindo meu coração.


Sei que não sou só,
pois tenho a ti junto a mim.
Você é como o sangue que corre em minhas veias,
como a música que me faz dançar,
como o raio de sol que reflete o arco-íris no mar,
a razão que me faz sonhar.
Escuto nossa música,
sinto a arte de te amar.


Queria poder voltar no tempo,
rever todos os meus amigos,
cantar e dançar como se não houvesse amanhã,
poder realizar interesses antigos...

Hoje estamos todos aflitos,
só há lembranças do tempo percorrido.

Sorrio e choro vendo nossas fotos,
lembrando de todas as batalhas e vitórias,
ouvindo nossa música...
Ainda lembro da sincronia,
sem dúvidas, era perfeita,
juntos noite e dia,
a turma eleita.


Lembro daquela música de quando partiram meu coração,
era sozinha e carente,
vivia num mundo chamado ilusão...

Mas sei que superei, encontrei quem merecesse meu amor e
que desejasse meu carinho...

Segui em frente, não olhei pra trás,
com a bagagem repleta de sonhos,
cheia de vontade e força
e, é claro, sempre ouvindo uma bela de uma música.

Deixei a música me levar,
me levar pros teus braços,
flutuar no passado,
enxaguar minhas lágrimas...


Mas essa vida ainda é um roteiro sem fim, mas sei que onde quer que eu vá, sempre estarei ouvindo uma canção, pra sentimento que for, sempre terei uma canção...
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 0 comentários

Ao alto e avante/ fugindo da realidade

Certo dia, eu e uma amiga (o nome dela é Karol) combinamos de sair. Não nós víamos a anos e nem sabíamos pra onde ir,então saímos por aí a toa.
Fomos numa lanchonete, que ficava perto de um centro cultural, onde eu fazia aulas de teatro. Estávamos indo embora, quando vi o centro aberto e tive a "idéia genial" de passar por lá.
Quando entramos, vi o centro igualzinho ao dia da peça, que fora realizada na semana anterior, tinha gente entrando e saindo de lá o tempo todo. Comecei a andar por lá e admirar tudo, a garota estranhou e disse que parecia que eu estava vendo ouro ou coisa do tipo pra estar tão maravilhada, discordei e do nada, comecei a contar toda a peça pra ela, interpretei os personagens, imaginei o cenário, enfim, vivi a peça; nem havia percebido, mas havia uma rodinha de pessoas me observando e rindo, não sei se estavam rindo da minha cara ou da peça que realmente era engraçadíssima; não pensei em outra coisa, só disse obrigada e me retirei da roda, quando olhei para o lado, a Karol não estava lá, nem na roda, me desesperei e comecei a gritar o nome dela e correr por lá como uma louca, rondei o centro quase inteiro, até que bato com a cabeça de uma menininha, ela me pergunta o que eu estava fazendo lá, pois era dia de recolhimento, nem pensei e disse que não estava fazendo nada, olho bem e reconheço a menina, que era uma vizinha minha, que tinha cerca de 9 anos, pergunto "Nayara?", ela franze as sobrancelhas e pergunta de onde eu conheço ela, digo que sou a vizinha dela e a conheço a anos e, de repente, aparece um macaco do lado dela, não era um macaco de verdade, parecia um urso de macaco, mas com vida. Ela olha pra mim com estranheza e, como se estivesse blefando, disse que se lembrava pouco de mim, eu perguntei se ela tinha visto a Karol e a descrevo, ela disse que não e foi embora.
Sigo a procura da Karol sem olhar pra trás, procuro, procuro, procuro e nada.
Já estava perdida, quando olhei para janela, vi a Karol lá acenando pra mim que nem tonta, não me contive e comecei a rir. A menina parecia que tava drogada, perguntei onde ela tinha se metido, ela disse que havia fugido da realidade, ri mais, não pude segurar, ela começou a rir também, disse que estava interpretando, ainda bem, pois achava que ela estava drogada mesmo.
Não demorou muito até percebermos que estávamos perdidas, foi quando a graça deu lugar ao desespero. Não sei se era coisa da minha imaginação, mas ouvi vozes sussurrando, começamos a correr. O dia estava lindo e quando começamos a correr nem ligamos pro fato de estarmos perdidas e começamos a apostar corrida, até que eu tropecei numa pedra e cai de cabeça no chão, onde havia uma poça d'água, a água era amarela e tinha um odor terrível, parecia que era urina, levantei no mesmo instante morrendo de nojo e gritei que aquilo era xixi e ouvimos uma voz estranha dizendo que era pra eu lavar o rosto imediatamente, senão, em dois dias, ele ficaria todo enrugado, a Karol, pra tirar uma onda com minha cara, disse que quem diria que xixi dava rugas e me chamou de vovó, entrei na brincadeira e comecei a imitar uma idosa.
Andamos um pouco até acharmos uma caixa de água, a água parecia estar suja, mas fazer o quê, já tava perdida, o pior que poderia acontecer agora era virar vovó. Lavei o rosto, mas o odor do suposto "xixi" não havia saído do meu cabelo. Saímos correndo, quando encontramos um garoto estranho, ele apareceu na nossa frente de repente e tomamos o maior susto, o rosto dele estava todo enrugado e cheio de cicatrizes, ele disse oi, nós respondemos assustadas eloquentementente "Oii". Ele disse pra não termos medo, se aproximou e estendeu a mão, se apresentando, disse que seu nome era Odinal e estava preso ali há anos, ele perguntou a nós se estávamos presas também, respondemos que estávamos apenas perdidas, ele riu e disse com um sarcástico prazer "ah, novatas", nos entreolhamos, encarei pra ele e disse que não somos novatas, só estávamos perdidas por lá e logo iremos embora, ele sorriu e disse que apreciava nossa esperança e persistência. Saquei a batalha verbal que ele havia proposto, entrei na onda e respondi que a esperança é a última que morre, ele encarou e respondeu que ele não estava disposto a uma discussão, que poderia nos ajudar, mas preferia não se intrometer com pessoas resmungonas. Resmungona, eu? Isso foi um insulto, ele começou a andar pra trás e gritei pra esperar, ele voltou, dissemos que precisamos sair de lá e queríamos ajuda, ele disse que tudo bem e ficou olhando pra gente como se fôssemos retardadas, perguntei o que deveríamos fazer agora, ele disse pra ajoelharmos e rezarmos, fiquei brava e comecei a reclamar, disse que ele não poderia nos ajudar nada, e o xinguei de cretino e tudo que foi nome, ele continua nos olhando e, como se tivessse lendo minha mente, perguntou se eu estava desafiando ele, disse que sim, que ele não sabia mesmo sair daquele lugar, ele disse pra eu me acalmar, gritei e disse pra ele nos ajudar a sair daquele lugar logo, pois não agüentava mais, ele disse para seguirmos ele, desconfiei, mas não tinha pra onde ir nem o que fazer, então seguimos.
Ele nos levou até um quarto e disse para pularmos da janela, olhamos a janela e a altura era demais, reclamei de novo, dei a louca, disse que se pularmos dalí, iríamos morrer, que tinha xixi no meu cabelo, um calo no meio da testa e tinha lavado o rosto com água suja, ele disse calmamente que a água da caixa vinha do esgoto e vários animais faziam suas necessidades ali, o encarei com raiva e ele disse pra olhar pra cara dele, cheia de rugas, ele também havia tropeçado naquela pedra e caído de cabeça na poça, e o que tinha ali não era xixi e sim uma poção mágica que foi derramada por uma feiticeira que morava lá, quem pisasse na pedra estava condenado a virar manco e quem caísse de cabeça na poção ficaria co rugas. As rugas e o pé manco eram da própria feiticeira, ele explicou. Me senti mau e me desculpei, ele disse que tudo bem, que já estava acostumado com esse tipo de tratamento, e disse para pularmos logo e não olharmos para trás, "Ao alto e avante!", respirei fundo, fechei os olhos e pulei, Karol pulou em seguida.
Abri os olhos devagar e vi Karol do meu lado, estávamos inteiras, não morremos e comemoramos. Até que nos lembramos do Odinal, a Karol disse para subirmos e tentar salvá-lo concordei. Estávamos subindo o prédio, quando ouvimos umas risadas horríveis, ficamos com medo, não estávamos nem na metade do prédio e pulamos de novo, quando chegamos ao chão, aparece minha vizinha novamente com o macaquinho dela, ela nos parabeniza e diz para corremos, não tinha entendido e perguntei por que ela estava nos parabenizando, ela só gritou para corrermos e sumiu da nossa frente estranhamente. Não pensamos muito e começamos a correr, "Ao alto e avante!", gritamos.
É cada louco que nos aparece, não é?
escrito por: Juliana Santos Alves
 
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 0 comentários

Boneca Que Chorava Sangue

Há mais de duzentos anos atrás , numa vila , existiam duas famílias que se odiavam : os Oxford e os Thulmman . Eles brigavam por motivos políticos e por terras . O sonho de William Oxford , um senhor de noventa anos , era achar o rubi gigante que pertencia a sua família e que segundo a lenda possuía poderes mágicos . Este idoso desconfiava que a pedra poderia estar no poder da família inimiga . Já , o patriarca da família Thulmman , chamava – se Benjamim , que segundo a lenda era um bruxo e fazia parte de uma sociedade secreta . Mas o principal segredo era que ele se aconselhava com a vidente Velma , uma bruxa que morava na floresta . Um certo dia , Benjamim Thulmman pediu a esta feiticeira uma magia para transformasse a vida da família inimiga em um inferno e que , ao mesmo tempo , deixasse os Thulmman ricos . Velma disse que precisaria do corpo morto de uma criança da família Oxford para um ritual macabro . Assim o homem mandou seqüestrar Rose Oxford , uma menina de cinco anos de idade que era bisneta de William Oxford . A menina estava brincando no jardim do castelo , quando dois homens encapuzados a levaram . Os facínoras mataram a garota , sem piedade , e Benjamim trouxe o corpo da pobre até o casebre da bruxa . Deste jeito , Velma disse que faria um feitiço para tornar a vida dos Oxford mais infeliz e para que a família Thulmman ficasse mais rica . Quando o homem saiu , a feiticeira iniciou o seu trabalho , retirou o coração da criança e o colocou em uma espécie de formol . Depois confeccionou uma boneca de porcelana parecida com Rose e colocou seu coração no corpo do brinquedo . Além disto , Velma retirou um rubi que estava guardado em um baú e colocou no lugar do estômago da boneca . Com outros enchimentos de pano , finalmente , a boneca estava feita . Após terminar este trabalho , a feiticeira exclamou : - William , matei a sua descendente , mas estou devolvendo o rubi para a sua família ! A bruxa entregou a boneca a um mensageiro e pediu para que o rapaz deixasse o brinquedo na porta do castelo dos Oxford , com o seguinte bilhete : - Para Cindy Oxford . Desta maneira , Cindy Oxford , que era a irmã mais velha de Rose recebeu a boneca . Ninguém reparou no brinquedo , pois todos estavam chorando a morte da garota mais nova . A única criatura que reparou na boneca foi o cachorro Toy , que não parou de latir em direção a ela . Cindy colocou a boneca na prateleira que ficava em cima da sua cama e dormiu . No dia seguinte , ela amanheceu com o rosto cheio de pingos de sangue . a menina comentou sobre o fato com todos , mas ninguém acreditou . Na outra noite , Cindy estava dormindo e sentiu que pingos caiam em seu rosto . Então ela acendeu uma vela e notou que as gotas vinham da boneca que estava chorando sangue . Ela gritou pelo castelo e quando as pessoas foram verificar a sua história , não viram nada demais no brinquedo . No dia seguinte , a garota foi passear com a boneca pelo jardim . Assim ela sentou – seu num balanço com o brinquedo e disse : - Por que você chorou sangue a noite passada?! - Responde ! - Eu sei que você chorou ! Como esta garota estava muito cansada , ela acabou dormindo no balanço e sonhou . Em seu pesadelo , a sua irmã saiu de dentro da boneca e disse : - Cindy , sou eu ! - Sou a Rose ! - Benjamim Thulmman pediu uma feitiço para a bruxa Velma . - Por isto , ele mandou me matar ! - Mas tem duas jóias dentro de mim ! - O Toy sabe ! De repente , a menina escutou um latido e acordou . Assustada ela gritou pelo seu bisavó : - Bisavó William ! - Bisavó Wiliam ! O ancião veio em sua direção e ela exclamou : - A Rose está dentro desta boneca ! - Ela disse que o seu inimigo mandou mata – la por causa de um feitiço da bruxa Velma ! - A Rose , também , disse que dentro da boneca tem duas jóias ! Assim o idoso fez cara de pensador e comentou : - Eu tive um amor da juventude chamada Velma . - Durante o nosso relacionamento , ela ficou grávida e eu não quis assumir o filho . - Dizem que foi ela quem roubou a jóia mais preciosa da família : o rubi . - Reza a lenda que era virou bruxa , vive numa floresta virgem e que ninguém consegue achar a sua casa ... - Mas eu não acredito em nada disto ! Naquele mesmo momento , o cachorro Toy chegou , avançou na boneca e rasgou o brinquedo todinho . Então vieram duas coisas para fora : o coração de Rose e o rubi desaparecido da família Oxford . Reza a lenda que até hoje existem bonecas que carregam corações empalhados de crianças mortas em rituais semelhantes a da bruxa Velma . Por isto estes tipos de brinquedos choram sangue .
texto produzido por: Luciana do Rocio - 29/3/2008 19:03:35
 
 
;