quinta-feira, 15 de dezembro de 2011 0 comentários

Tipos de sonho

Tipos de Sonhos Existe muitos tipos diferentes de sonhos. As pessoas vem estudando-os, tentando entendê-los e dividindo-os em grupos. 

Sonhos criativos:
Pessoas que tem sonhos criativos representam seus sonhos através da pintura ou mesmo através de livros. 

Sonhos lúcidos:
  A pessoa está sonhando, sabe que está sonhando e conseguem controlar o que está acontencendo como se estivessem direcionando um filme. Essas pessoas conseguem se encontrar com outras pessoas pelo seus sonhos e depois quando acordam, descobrem que a pessoa com quem sonharam tiveram o mesmo sonho com as mesmas pessoas e as mesmas coisas. 

Pesadelos:  
Sonhar com monstros, fantasmas significa que você está com medo de alguma coisa na vida real e que precisa ser confrontado. Se você sonhou que você está preso em algum lugar, isso significa que você está preso à uma situação na vida real. 

Sonhos previsíveis: 
São sonhos em que a pessoa que está sonhando alega que certos eventos irá acontecer no futuro. 

Sonhos repetitivos: 
Se você sonha com a mesma coisa mais de uma vez, isso quer dizer que alguma coisa está te preocupando na vida real. 

Sonhos sensuais: 
Todos nós sonhamos sobre sexualidade, especialmente quando estamos passando pela fase da puberdade. É perfeitamente natural sonharmos com esse tipo de coisa em qualquer estágio de nossas vidas.
Durante anos as pessoas acreditaram que nossos sonhos eram criados por seres de outro mundo, podendo ser usado como ferramenta de previsão daquilo que poderá nos acontecer. A Bíblia Sagrada, trata os sonhos como mensagens divinas, vindas de Deus, já o povo egípcio, grego e romano, dizia que os sonhos eram fonte de inspiração. O dicionário mais antigo sobre sonhos foi produzido pelos egípcios há 4 mil anos atrás. O mesmo se encontra disponível no Museu Britânico. O livro nos traz uma forma contrária de se prever o sonho, já que o povo do antigo Egito acreditava que se você sonhasse algo bom, era um sinal de que alguma coisa de ruim estava prestes a lhe acontecer. Se o sonho fosse algo ruim, tipo um pesadelo, a previsão era de boa sorte. 
 
domingo, 11 de dezembro de 2011 0 comentários

A garota que morreu enforcada com um lenço

O inverno está aí e estar na moda é mais que uma opção, é uma prioridade.
Um grande acessório da moda usado principalmente no inverno são os lenços, dos mais diferentes tipos, para os mais diversoso gostos. (...)
                                       fonte: modaevida.uol.com/2011/lenços-a-cara-do-inverno.htm

A garota que morreu enforcada com um lenço
Dia 12 de agosto, aproximadamente às 6h15min da manhã, Francisca se aprontava para o trabalho. Estava empolgadíssima com seu primeiro dia de trabalho no restaurante mais chic da cidade, iria ser garçonete e era obrigatório vestir o uniforme do restaurante, e nesse uniforme incluia o uso de um laço vermelho, este era pra ser usado no pescoço. Francisca estava achando que seu lenço estava folgado e o apertou com tanta força que foi enforcada, caiu no chão no mesmo instante.
O dono do restaurante foi obrigado a suspender imediatamente o uso dos lenços no uniforme por denúncia da família, "O lenço ficava muito folgado e 'caía' a todo instante", relatou a mãe da falecida.
As autoridades disseram que este foi um dos casos mais bizarros já vistos na cidade.

                                                                                          fonte: notíciahojecom.br/casosdemorte/julho/a-garota-que-morreu-enforcada-com-lenço.htm
 
 (Obs: aposto que você verificou os links, não foi? 'haha)
sábado, 10 de dezembro de 2011 0 comentários

Por que eu amo música?

Sempre temos uma canção,
uma canção que toca o coração.
Seja na alegria ou na tristeza,
a música é nossa proeza.


Um dia ainda me encontrarei sem rumo,
descalço em meio a multidão,
não estarei com meus pés ao chão;
 Estarei em sintonia com nossa música,
em meio a estrada,
seguindo meu coração.


Sei que não sou só,
pois tenho a ti junto a mim.
Você é como o sangue que corre em minhas veias,
como a música que me faz dançar,
como o raio de sol que reflete o arco-íris no mar,
a razão que me faz sonhar.
Escuto nossa música,
sinto a arte de te amar.


Queria poder voltar no tempo,
rever todos os meus amigos,
cantar e dançar como se não houvesse amanhã,
poder realizar interesses antigos...

Hoje estamos todos aflitos,
só há lembranças do tempo percorrido.

Sorrio e choro vendo nossas fotos,
lembrando de todas as batalhas e vitórias,
ouvindo nossa música...
Ainda lembro da sincronia,
sem dúvidas, era perfeita,
juntos noite e dia,
a turma eleita.


Lembro daquela música de quando partiram meu coração,
era sozinha e carente,
vivia num mundo chamado ilusão...

Mas sei que superei, encontrei quem merecesse meu amor e
que desejasse meu carinho...

Segui em frente, não olhei pra trás,
com a bagagem repleta de sonhos,
cheia de vontade e força
e, é claro, sempre ouvindo uma bela de uma música.

Deixei a música me levar,
me levar pros teus braços,
flutuar no passado,
enxaguar minhas lágrimas...


Mas essa vida ainda é um roteiro sem fim, mas sei que onde quer que eu vá, sempre estarei ouvindo uma canção, pra sentimento que for, sempre terei uma canção...
 

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011 0 comentários

Ao alto e avante/ fugindo da realidade

Certo dia, eu e uma amiga (o nome dela é Karol) combinamos de sair. Não nós víamos a anos e nem sabíamos pra onde ir,então saímos por aí a toa.
Fomos numa lanchonete, que ficava perto de um centro cultural, onde eu fazia aulas de teatro. Estávamos indo embora, quando vi o centro aberto e tive a "idéia genial" de passar por lá.
Quando entramos, vi o centro igualzinho ao dia da peça, que fora realizada na semana anterior, tinha gente entrando e saindo de lá o tempo todo. Comecei a andar por lá e admirar tudo, a garota estranhou e disse que parecia que eu estava vendo ouro ou coisa do tipo pra estar tão maravilhada, discordei e do nada, comecei a contar toda a peça pra ela, interpretei os personagens, imaginei o cenário, enfim, vivi a peça; nem havia percebido, mas havia uma rodinha de pessoas me observando e rindo, não sei se estavam rindo da minha cara ou da peça que realmente era engraçadíssima; não pensei em outra coisa, só disse obrigada e me retirei da roda, quando olhei para o lado, a Karol não estava lá, nem na roda, me desesperei e comecei a gritar o nome dela e correr por lá como uma louca, rondei o centro quase inteiro, até que bato com a cabeça de uma menininha, ela me pergunta o que eu estava fazendo lá, pois era dia de recolhimento, nem pensei e disse que não estava fazendo nada, olho bem e reconheço a menina, que era uma vizinha minha, que tinha cerca de 9 anos, pergunto "Nayara?", ela franze as sobrancelhas e pergunta de onde eu conheço ela, digo que sou a vizinha dela e a conheço a anos e, de repente, aparece um macaco do lado dela, não era um macaco de verdade, parecia um urso de macaco, mas com vida. Ela olha pra mim com estranheza e, como se estivesse blefando, disse que se lembrava pouco de mim, eu perguntei se ela tinha visto a Karol e a descrevo, ela disse que não e foi embora.
Sigo a procura da Karol sem olhar pra trás, procuro, procuro, procuro e nada.
Já estava perdida, quando olhei para janela, vi a Karol lá acenando pra mim que nem tonta, não me contive e comecei a rir. A menina parecia que tava drogada, perguntei onde ela tinha se metido, ela disse que havia fugido da realidade, ri mais, não pude segurar, ela começou a rir também, disse que estava interpretando, ainda bem, pois achava que ela estava drogada mesmo.
Não demorou muito até percebermos que estávamos perdidas, foi quando a graça deu lugar ao desespero. Não sei se era coisa da minha imaginação, mas ouvi vozes sussurrando, começamos a correr. O dia estava lindo e quando começamos a correr nem ligamos pro fato de estarmos perdidas e começamos a apostar corrida, até que eu tropecei numa pedra e cai de cabeça no chão, onde havia uma poça d'água, a água era amarela e tinha um odor terrível, parecia que era urina, levantei no mesmo instante morrendo de nojo e gritei que aquilo era xixi e ouvimos uma voz estranha dizendo que era pra eu lavar o rosto imediatamente, senão, em dois dias, ele ficaria todo enrugado, a Karol, pra tirar uma onda com minha cara, disse que quem diria que xixi dava rugas e me chamou de vovó, entrei na brincadeira e comecei a imitar uma idosa.
Andamos um pouco até acharmos uma caixa de água, a água parecia estar suja, mas fazer o quê, já tava perdida, o pior que poderia acontecer agora era virar vovó. Lavei o rosto, mas o odor do suposto "xixi" não havia saído do meu cabelo. Saímos correndo, quando encontramos um garoto estranho, ele apareceu na nossa frente de repente e tomamos o maior susto, o rosto dele estava todo enrugado e cheio de cicatrizes, ele disse oi, nós respondemos assustadas eloquentementente "Oii". Ele disse pra não termos medo, se aproximou e estendeu a mão, se apresentando, disse que seu nome era Odinal e estava preso ali há anos, ele perguntou a nós se estávamos presas também, respondemos que estávamos apenas perdidas, ele riu e disse com um sarcástico prazer "ah, novatas", nos entreolhamos, encarei pra ele e disse que não somos novatas, só estávamos perdidas por lá e logo iremos embora, ele sorriu e disse que apreciava nossa esperança e persistência. Saquei a batalha verbal que ele havia proposto, entrei na onda e respondi que a esperança é a última que morre, ele encarou e respondeu que ele não estava disposto a uma discussão, que poderia nos ajudar, mas preferia não se intrometer com pessoas resmungonas. Resmungona, eu? Isso foi um insulto, ele começou a andar pra trás e gritei pra esperar, ele voltou, dissemos que precisamos sair de lá e queríamos ajuda, ele disse que tudo bem e ficou olhando pra gente como se fôssemos retardadas, perguntei o que deveríamos fazer agora, ele disse pra ajoelharmos e rezarmos, fiquei brava e comecei a reclamar, disse que ele não poderia nos ajudar nada, e o xinguei de cretino e tudo que foi nome, ele continua nos olhando e, como se tivessse lendo minha mente, perguntou se eu estava desafiando ele, disse que sim, que ele não sabia mesmo sair daquele lugar, ele disse pra eu me acalmar, gritei e disse pra ele nos ajudar a sair daquele lugar logo, pois não agüentava mais, ele disse para seguirmos ele, desconfiei, mas não tinha pra onde ir nem o que fazer, então seguimos.
Ele nos levou até um quarto e disse para pularmos da janela, olhamos a janela e a altura era demais, reclamei de novo, dei a louca, disse que se pularmos dalí, iríamos morrer, que tinha xixi no meu cabelo, um calo no meio da testa e tinha lavado o rosto com água suja, ele disse calmamente que a água da caixa vinha do esgoto e vários animais faziam suas necessidades ali, o encarei com raiva e ele disse pra olhar pra cara dele, cheia de rugas, ele também havia tropeçado naquela pedra e caído de cabeça na poça, e o que tinha ali não era xixi e sim uma poção mágica que foi derramada por uma feiticeira que morava lá, quem pisasse na pedra estava condenado a virar manco e quem caísse de cabeça na poção ficaria co rugas. As rugas e o pé manco eram da própria feiticeira, ele explicou. Me senti mau e me desculpei, ele disse que tudo bem, que já estava acostumado com esse tipo de tratamento, e disse para pularmos logo e não olharmos para trás, "Ao alto e avante!", respirei fundo, fechei os olhos e pulei, Karol pulou em seguida.
Abri os olhos devagar e vi Karol do meu lado, estávamos inteiras, não morremos e comemoramos. Até que nos lembramos do Odinal, a Karol disse para subirmos e tentar salvá-lo concordei. Estávamos subindo o prédio, quando ouvimos umas risadas horríveis, ficamos com medo, não estávamos nem na metade do prédio e pulamos de novo, quando chegamos ao chão, aparece minha vizinha novamente com o macaquinho dela, ela nos parabeniza e diz para corremos, não tinha entendido e perguntei por que ela estava nos parabenizando, ela só gritou para corrermos e sumiu da nossa frente estranhamente. Não pensamos muito e começamos a correr, "Ao alto e avante!", gritamos.
É cada louco que nos aparece, não é?
escrito por: Juliana Santos Alves
 
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011 0 comentários

Boneca Que Chorava Sangue

Há mais de duzentos anos atrás , numa vila , existiam duas famílias que se odiavam : os Oxford e os Thulmman . Eles brigavam por motivos políticos e por terras . O sonho de William Oxford , um senhor de noventa anos , era achar o rubi gigante que pertencia a sua família e que segundo a lenda possuía poderes mágicos . Este idoso desconfiava que a pedra poderia estar no poder da família inimiga . Já , o patriarca da família Thulmman , chamava – se Benjamim , que segundo a lenda era um bruxo e fazia parte de uma sociedade secreta . Mas o principal segredo era que ele se aconselhava com a vidente Velma , uma bruxa que morava na floresta . Um certo dia , Benjamim Thulmman pediu a esta feiticeira uma magia para transformasse a vida da família inimiga em um inferno e que , ao mesmo tempo , deixasse os Thulmman ricos . Velma disse que precisaria do corpo morto de uma criança da família Oxford para um ritual macabro . Assim o homem mandou seqüestrar Rose Oxford , uma menina de cinco anos de idade que era bisneta de William Oxford . A menina estava brincando no jardim do castelo , quando dois homens encapuzados a levaram . Os facínoras mataram a garota , sem piedade , e Benjamim trouxe o corpo da pobre até o casebre da bruxa . Deste jeito , Velma disse que faria um feitiço para tornar a vida dos Oxford mais infeliz e para que a família Thulmman ficasse mais rica . Quando o homem saiu , a feiticeira iniciou o seu trabalho , retirou o coração da criança e o colocou em uma espécie de formol . Depois confeccionou uma boneca de porcelana parecida com Rose e colocou seu coração no corpo do brinquedo . Além disto , Velma retirou um rubi que estava guardado em um baú e colocou no lugar do estômago da boneca . Com outros enchimentos de pano , finalmente , a boneca estava feita . Após terminar este trabalho , a feiticeira exclamou : - William , matei a sua descendente , mas estou devolvendo o rubi para a sua família ! A bruxa entregou a boneca a um mensageiro e pediu para que o rapaz deixasse o brinquedo na porta do castelo dos Oxford , com o seguinte bilhete : - Para Cindy Oxford . Desta maneira , Cindy Oxford , que era a irmã mais velha de Rose recebeu a boneca . Ninguém reparou no brinquedo , pois todos estavam chorando a morte da garota mais nova . A única criatura que reparou na boneca foi o cachorro Toy , que não parou de latir em direção a ela . Cindy colocou a boneca na prateleira que ficava em cima da sua cama e dormiu . No dia seguinte , ela amanheceu com o rosto cheio de pingos de sangue . a menina comentou sobre o fato com todos , mas ninguém acreditou . Na outra noite , Cindy estava dormindo e sentiu que pingos caiam em seu rosto . Então ela acendeu uma vela e notou que as gotas vinham da boneca que estava chorando sangue . Ela gritou pelo castelo e quando as pessoas foram verificar a sua história , não viram nada demais no brinquedo . No dia seguinte , a garota foi passear com a boneca pelo jardim . Assim ela sentou – seu num balanço com o brinquedo e disse : - Por que você chorou sangue a noite passada?! - Responde ! - Eu sei que você chorou ! Como esta garota estava muito cansada , ela acabou dormindo no balanço e sonhou . Em seu pesadelo , a sua irmã saiu de dentro da boneca e disse : - Cindy , sou eu ! - Sou a Rose ! - Benjamim Thulmman pediu uma feitiço para a bruxa Velma . - Por isto , ele mandou me matar ! - Mas tem duas jóias dentro de mim ! - O Toy sabe ! De repente , a menina escutou um latido e acordou . Assustada ela gritou pelo seu bisavó : - Bisavó William ! - Bisavó Wiliam ! O ancião veio em sua direção e ela exclamou : - A Rose está dentro desta boneca ! - Ela disse que o seu inimigo mandou mata – la por causa de um feitiço da bruxa Velma ! - A Rose , também , disse que dentro da boneca tem duas jóias ! Assim o idoso fez cara de pensador e comentou : - Eu tive um amor da juventude chamada Velma . - Durante o nosso relacionamento , ela ficou grávida e eu não quis assumir o filho . - Dizem que foi ela quem roubou a jóia mais preciosa da família : o rubi . - Reza a lenda que era virou bruxa , vive numa floresta virgem e que ninguém consegue achar a sua casa ... - Mas eu não acredito em nada disto ! Naquele mesmo momento , o cachorro Toy chegou , avançou na boneca e rasgou o brinquedo todinho . Então vieram duas coisas para fora : o coração de Rose e o rubi desaparecido da família Oxford . Reza a lenda que até hoje existem bonecas que carregam corações empalhados de crianças mortas em rituais semelhantes a da bruxa Velma . Por isto estes tipos de brinquedos choram sangue .
texto produzido por: Luciana do Rocio - 29/3/2008 19:03:35
 
terça-feira, 6 de dezembro de 2011 0 comentários

Pequenos fungos podem destruir toda fazenda


Roberto e Daniel eram grandes amigos, companheiros inseparáveis, faziam tudo juntos. Eles tinham quinze anos e Daniel tinha uma namorada, que se chamava Karen.
Como Roberto e Daniel andavam sempre juntos, Karen ficava com ciúmes de Daniel, o que causava muitas brigas e desentendimentos entre eles.
Com o tempo, surgiu um boato na escola de que Roberto e Daniel eram gays. Essa foi a oportunidade perfeita para Aline, que era apaixonada por Daniel, fazer com que Karen terminasse com ele. Mas Karen não acreditava, confiava plenamente em Daniel, apesar de algumas vezes desconfiar. Mas preferia não acreditar em boatos.
Aline era astuta e destemida, tanto, que um dia, foi até Karen e a provocou “Karen, por que você continua com Daniel, já que todo mundo sabe que ele é gay?”, novamente, Karen ignorou. Roberto ouviu a provocação de Aline.
Assim que soube do fato ocorrido, Daniel teve a certeza de que foi Aline quem inventou esse boato idiota.
Roberto, Karen e Daniel queriam se vingar de Aline foi daí que começaram a espalhar boatos muito maldosos sobre ela.
Em poucos dias, Aline se transformou de a garota “invisível” a garota pior falada da escola.
A onda de Bullying aumentou muito na escola, Aline era agredida verbalmente todos os dias, enquanto Roberto e Daniel eram agredidos fisicamente. A vida não estava boa para nenhum dos lados. E os boatos aumentavam constantemente, mas, dessa vez, não vinha de vingança por nenhuma das partes.
Karen não agüentava mais ver seu namorado chegar em casa todos os dias machucado e disse para ele parar de ir a escola por alguns dias, ele discordou, era responsável por muitos projetos, mas ela insistiu tanto, que ele acabou cedendo.
Karen estava disposta a acabar com isso e queria o apoio de Aline.
Procurou muito Aline, que parecia ter se acostumado a ser vítima de Bullying, se tornou anti-social, vivia se escondendo com medo de que batessem nela.
Karen a encontrou lanchando perto das caçambas de lixo, que ficavam atrás da escola.
Assim que Aline viu Karen, saiu correndo com medo, Karen correu atrás, ela não queria xingá-la nem batê-la, só queria conversar.
Aline parou e perguntou o que ela queria, Karen disse que só queria conversar, não iria agredi-la, Aline disse que tudo bem.
Karen perguntou a Aline se fora ela mesma quem inventou os boatos sobre a possível relação entre Daniel e Roberto, Aline disse que não exatamente, que naquele dia, só queria provocá-la, para que ela deixasse Daniel, já que era apaixonada por ele.
Karen ficou um pouco brava no começo, mas entendeu.
Karen, Aline e Roberto começaram uma campanha contra o Bullying e a violência na escola, começaram a apresentar palestras, foi feita toda uma campanha de mobilização às pessoas...
 
Mas a lição principal que fica é:
pequenos fungos podem destruir toda a fazenda”, isso significa que, como na história, apenas um boato pode acabar com a vida de alguém.

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Flor da amizade

Minha cabeça está ao chão
Sou uma flor despedaçada,
o Lírio de seu pecado,
a Margarida de sua alegria,
a Rosa de teu amor...

Apaixonei-me por teu encanto, querida Tulipa;
por tua inocência, Gérbera
 e por tua dignidade, Girassol...

Olhe para o horizonte, querida Prímula,
verás o pôr-do-sol brilhar diante de nossos olhos,
agora veja um sorriso rechear seu lindo rosto, Orquídea,
 é sempre um prazer estar em tua companhia, Hortênsia.

Adoro a pureza da Copo de leite,
a importância do Cravo,
da fé de Ciclâmen,
a sofisticação de Callas...

 Querido amigo lhe presentearei com um Bonsai,
não o deixarei solitário como um Cacto,
seremos Bromélia e Alstroemerias.
 
poem created by: Juliana Santos Alves
Agora diga-me, pequeno brotinho, qual flor da amizade tú és?

domingo, 4 de dezembro de 2011 0 comentários

Pequenas vingativas

Dona Maria não agüentava as amiguinhas de sua filha Aninnha. Aquelas menininhas de nariz arrebitado só sabiam bagunçar, e se isso já não bastasse, elas ainda esnobavam Aninha, que era extremamente tímida.
Dona Maria não falava nada, guardava a raiva para si, até por que se ela dissese alguma coisa a essas meninas elas contariam tudo ao seu pai, um advogado muito bem sucedido em sua carreira, mas egocêntrico. O máximo que Maria fazia era "comentar" com sua empregada Antônia, que também não gostava nem um pouco das meninas e sempre que as via encarava para elas, de modo que as deixasse com medo.
Essas meninas, além de impetuosas e ignorantes, também eram malvadas, tanto, que bolaram um aplano contra Antônia.
O plano era trocar os comprimidos antidepressivos de Antônia por outros comprimidos de origem duvidosa, que, é claro, iria causar algum dano a Antônia.
Pediram para Aninha fazer o trabalho sujo, e Aninha sem duvidar da maldade das coleguinhas, disse que poderia fazer. E fez.
Dois dias após o ato, Antônia passou muito mau e teve que se ausentar do seu trabalho temporariamente. Esse caso teve uma certa repercussão na pequena cidade onde moravam. Dona Maria chamou um detetive para investigar e ele descobriu que os comprimidos que Antônia tomava foram trocados, mas ninguém desconfiou das meninas.
O detetive não precisou investigar muito até achar uma fita do vestido de Aninha no dito "local do crime". Aninha levou toda a culpa. Dona Maria não acreditava que sua inocente e pura filha teve a coragem de trocar os comprimidos de Antônia por venenos, por que ela fez isso, já que adorava Antônia?
Dona Maria começou a interrogar Aninha, até que um dia ela contou que as amiguinhas pediram pra ela trocar os comprimidos de Antônia por outros "comprimidos melhores, que o médico pessoal do pai delas recomendava para ele, que também tinha depressão".

A Dona Maria ficou indignada e pensou num modo de fazer as meninas pagarem pelo que fizeram, inclusive Aninha, por ter acreditado nas tais "amiguinhas".
...

E outro dia desses estava voltando da escola quando vi as três meninas limpando a calçada e Dona Maria dando ordens e gritando com as meninas.

Pode até parecer abuso com os menores, mas olhe por outro lado,
A que se faz, a que se paga!
  Então, pense duas vezes antes de "se vingar" de alguém, pois o que vai, volta...
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011 0 comentários

HQ

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Música do dia

A nossa música do dia de hoje é The All-American Rejects, "Dirty little secret"


Tradução: 

Pequeno Segredo Sujo

Deixe-me saber o que eu fiz de errado
Quando eu soube disso tudo em volta
Eu vou em torno de uma hora ou duas
Só para gastar meu tempo com você

Diga-me tudo o que você jogou fora
Ache jogos que você não queira jogar
Você é o único que precisa saber

Eu lhe contarei meu pequeno segredo sujo
(Pequeno segredo sujo)
Não conte a ninguém ou você será só outro arrependido
(Só outro arrependido, espero que você possa guardá-lo)
Meu pequeno segredo sujo

Quem tem que saber
Quando vivemos vidas frágeis
É a melhor maneira de sobrevivermos
Eu vou em torno de uma hora ou duas
Só para gastar meu tempo com você

Diga-me tudo o que você jogou fora
Ache jogos que você não queira jogar
Você é o único que precisa saber

Eu lhe contarei meu pequeno segredo sujo
(Pequeno segredo sujo)
Não conte a ninguém ou você será só outro arrependido
(Só outro arrependido, espero que você possa guardá-lo)
Meu pequeno segredo sujo

Quem tem que saber
O jeito que ela se sente por dentro (por dentro)
Esses pensamentos que eu não posso negar (negar)
Esses cachorros dormindo não vão mentir (não vão mentir)
E agora eu tento mentir
Isso está me corroendo por dentro
Reconstrua essa vida

Eu lhe contarei meu pequeno segredo sujo
(Pequeno segredo sujo)
Não conte a ninguém ou você será só outro arrependido
(Só outro arrependido)

Eu lhe contarei meu pequeno segredo sujo
(Pequeno segredo sujo)
Não conte a ninguém ou você será só outro arrependido
(Só outro arrependido, espero que você possa guardá-lo)
Meu pequeno segredo sujo
Pequeno segredo sujo
Pequeno segredo sujo

Quem tem que saber
Quem tem que saber

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Frase

"Os melhores acontecimentos de nossa vida são sempre inesperados."
quarta-feira, 30 de novembro de 2011 0 comentários

Ônibus viajante maluco/ Passeio horrorizante no shopping

Estava dormindo num ônibus, que parecia daqueles de viagem e acordo, estranho o lugar, não me lembrava de ter pegado no sono ali. Levanto e vejo minha família quase inteira dormindo naquele ônibus, vou pra frente e vejo o motorista, que era um tio meu e perguntei a ele do ônibus, ele riu, perguntou se eu não me lembrava da viagem planejada, eu disse que não, ele riu mais e perguntou se eu estava tão cansada a ponto de perder a memória, tive que rir junto. Sentei do lado dele para ver a paisagem e aquilo era surreal, parecia que estávamos num céu de desenho animado, e perguntei ao meu tio se estávamos mesmo no céu, ele riu tanto que foi obrigado a parar o ônibus. Ficou rindo por 1 minuto, disse pra mim parar de gozação e me parabenizou pela atuação, mas eu não estava atuando, decidi parar de perguntar, senão vão achar que eu havia perdido a memória ou estava ficando louca. Meu tio voltou a dirigir.
Viajamos por horas...
O relógio marcava 13h00min, mas parecia de noite, ficava cada vez mais surpreendida com aquela paisagem inusitada, me distrai e sem perceber domi de novo.

Horas se passam, e eu estava dormindo... Até vir um infeliz me acordar.
Levantei e fui correndo até a janela para ver a paisagem, o ônibus parou em frente a um lugar lindo, mas parecia que era em terra firme, todos estavam acordados e pergunto a uma prima se estávamos mesmo em terra firme, ela olhou pra mim, franziu as sombrancelhas e perguntou se eu tinha algum problema com isso, disse que não e sem pensar, sai do ônibus.
E lá estava eu em frente a um shopping chique de doer com um pijaminha escroto, alguns passaram rindo e voltei correndo pro ônibus pra trocar de roupa.
Coloquei a roupa mais bonita que tinha, sai do ônibus na maior felicidade e vi alguns dos meus familiares tirando umas malas do ônibus, perguntei se não iríamos somente passear no shopping, e uma tia responde que aquilo não era um shopping, era um hotel. Não havia entendido e perguntei por quê haviam pessoas entrando e saindo de lá o tempo todo, ela respondeu que no subsolo do hotel havia um shopping, eu disse que então o hotel, de fato, também era um shopping. Ela concordou e pediu ajuda com as malas, ajudei e levamos as malas para os quartos. Quando terminamos, alguns foram dormir, outros assistir TV, eu fui tomar um belo de um banho.
Quando terminei, perguntei a minha mãe se poderia ir ao shopping, ela disse que não, que era muito perigoso, questionei, o que um shopping teria de tão perigoso? Ela disse que não tinha nada a ver com o shopping, o perigo eram as pessoas, novamente, perguntei o por quê, ela olhou pra mim e disse que de modo algum eu iria a esse shopping, fiquei triste, realmente queria conhecer o lugar, mas deixei, fui para um quarto e me deitei, fiquei olhando para o teto, sem nada pra fazer...
Olho pro lado e vejo meu celular ali em cima da cama, peguei e vi que só haviam mensagens de amigos e conhecidos perguntando pra onde eu fui, que eu havia sumido, que não tinham notícias de mim a mais de 4 meses. Respondi todos os sms, dizendo a mesma coisa, que estava em uma viagem com a família, não sabia pra onde foram, pra onde irão, aonde estavam, é... minha família. Depois fui ouvir umas musiquinhas e, no player, não havia nenhuma música que eu conhecia, mas eu ouvi mesmo assim, pra passar o tempo. Ouço e presto atenção. Reconheci a voz de Avril Lavigne, Selena Gomez e Pitty, mas as músicas eu não conhecia nenhuma, além do mais, como elas foram parar ali, no meu celular se eu não lembro de ter colocado elas lá. 

Talvez eu só estivesse ficando um pouquinho louca mesmo, pensei.
Passaram-se horas e quando vi que todos estavam dormindo, sai da cama e me arrumei.
Sai de fininho, mas, quando descia as escadas, encontrei uma moça assustada, ela me perguntou se eu ia ao shopping, eu respondi que sim e ela me diz pra tomar muito cuidado, mas muito cuidado mesmo, que aquele lugar não era lugar para pessoas como nós, não entendi e perguntei "como assim pessoas como nós?", na mesma hora, alguém ri como se fosse uma bruxa, a moça saiu correndo gritando "Nãão!!!".
Afinal de contas, o que tinha de tal especial, maligno ou horripilante neste shopping? Continuei descendo as escadas.
Quando cheguei ao shopping, fiquei surpresa, que lugar lindo, parecia o paraíso na Terra! Fiquei passeando pelo shopping que era maravilhoso, porém, quando as pessoas passavam por mim, elas me encaravam, outras vezes riam, alguns davam um sorriso malicioso, como se quisessem me usar pra alguma coisa. Nem liguei, continuei passeando.

Havia rodado o shopping quase inteiro, quando passam por mim três mulheres gordas e totalmente de preto que apertam meu braço e eu caio ao chão como morta, só ouço os risos e desmaio.

Tempos depois, minha prima Giovana me ajudou a levantar e disse que também havia saido escondida para ver o shopping, levantei e fomos à loja de flores.
Olhamos umas rosas, cheiramos algumas flores, mas eu não estava me sentindo bem, parecia que algo muito ruim estava se espalhando por meu corpo, começando pelo braço que aquelas mulheres estranhas apertaram, mas finji que estava bem e continuei vendo flores. Quando menos esperava, aparecem dois vendedores perguntando se não queríamos comprar alguma, nesse momento, senti uma dor de cabeça estranha, quase apago, olho para os vendedores e grito, muito brava e descontrolada "Não precisamos de sua ajuda!!", na hora, os vendedores saem correndo, com medo. Giovanna olha pra mim com uma cara estranha, como se não me reconhecesse e disse que a Juliana que ela conhecia nunca faria isso, nunca mesmo, a dor de cabeça não tinha passado e eu estava tentando explicar, disse que aquelas palavras não partiram de mim, que parecia que havia alguma coisa me controlando por dentro, ela riu e disse que eu não precisava inventar uma desculpa pra mandar esses vendedores chatos irem se catar, eu ri, mas parecia que o riso me sufocava mais e mais, até virem os vendedores até mim e disserem "Oh não, ela foi infectada!", continuei rindo, não conseguia me controlar, mesmo não querendo rir, alguma coisa dentro de mim comandava meu corpo e ria sem parar para me sufocar. Os vendedores da loja entregam uma flor para Giovanna e ela passou a flor no meu nariz, dei um espirro e cai ao chão, mas não desmaiei.
Me levantei e respirei fundo, conseguia controlar meu corpo novamente, perguntei aos vendedores do que que havia sido infectada e eles disseram que naquele shopping, viviam um grupo de três mulheres, totalmente de preto, que todos que elas tocam se infectam, perguntei "se infectam com o que?" eles responderam que não se sabe ao certo, mas era muito perigoso, algumas pessoas até parraram de freqüentar o shopping por causa delas. Perguntei o que poderia fazer pra reverter o tal feitiço e eles disseram que não sabem, mas poderíamos tentar falar com algum grupo gótico, talvez eles soubessem o que deveríamos fazer.

Agradeci e procuramos por qualquer pessoa que fosse gótica, ou do "tip", como dizia a Giovanna.
Procuramos muito, não achamos nenhum gótico, mas achamos uma feiticeira e vidente e falamos com ela, ela disse que sabia como desfazer esse feitiço, aliás, o fietiço inteiro, perguntei que feitiço inteiro, ela me perguntou se eu achava normal acordar num ônibus que sobrevoa num céu de imaginação infantil, e esse ônibus também nem tinha asas, se era normal sumir numa noite equivalente a quatro meses... Disse que não achava nada disso normal e perguntei se havia viajado no tempo, ela disse que não, elogiou minha criatividade e disse pra eu parar de assistir tanto desenho animado, perguntei no que isso ajudaria, ela riu e falou que eu estava apenas sonhando...
terça-feira, 29 de novembro de 2011 0 comentários

Frase

"Não seja tão ignorante a ponto de deixar seus amigos de lado por causa de um garoto(a)."
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HQ

Entenderam???
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O crime (de plágio) perfeito

Aconteceu em São Paulo, por volta de 1933, ou 4. Eu fazia crônicas diárias no Diário de São Paulo e além disso era encarregado de repostagens e serviços de redação; ainda tinha uns bicos por fora. Fundou-se naquela ocasião um semanário humorístico, O Interventor, que depois haveria de se chamar O Governador. Seu dono era Laio Martins, excelente homem de cabelos brancos e sorriso claro, boêmio e muito amigo.
Pediu-me colaboração; o que podia pagar era muito pouco, mas eu não queria faltar ao amigo. Escrevi algumas crônicas assinadas. Depois comecei a falhar muito, e como Laio reclamasse, inventei um pretexto para não escrever. Seu jornal era excessivamente político (perrepista, se bem me lembro) e eu não queria tomar partido na política paulista, mesmo porque tinha muitos amigos antiperrepistas. Laio não se conformou: "Então ponha um pseudônimo!"
Prometi de pedra e cal, mas não cumpri. Laio reclamou novamente, me deu prazo certo para lhe entregar a crónica. No dia marcado eu estava atarefadíssimo, e quando veio o contínuo buscar a crónica para O Interventor, eu cocei a cabeça — e tive uma ideia. Acabara de ler uma crónica de Carlos Drummond de Andrade no Minas Gerais, órgão oficial de Minas, com um pseudónimo — algo assim como António João, ou João António, ou Manuel António, não me lembro mais; ponhamos António João. Botei papel na máquina, copiei a crónica rapidamente e lasquei o mesmo pseudónimo.
Dias depois recebi o dinheiro da colaboração, juntamente com o pedido urgente de outra crónica e um recado entusiasmado do Laio: a primeira estava esplêndida!
Daí para a frente encarreguei um menino da portaria, que estava aprendendo a escrever à máquina, de bater a crónica de Drummond para mim; eu apenas revia, para substituir ou riscar alguma referência a qualquer coisa de Minas. Pregada a mentira e praticado o crime, o remédio é perseverar nesse rumo hediondo; se às vezes senti remorso, eu o afogava em chope no bar alemão ao lado, e o pagava (o chope) com o próprio dinheiro do vale do António João.
O remorso não era, na verdade, muito: o Carlos não sabia de nada, e o que eu fazia não era propriamente um plágio, porque nem usava matéria assinada por ele, nem punha o meu nome no trabalho dele. E Laio Martins sorria feliz, comentando com meu colega de redacção: «O Rubem não quer assinar, mas que importa? Seu estilo é inconfundível!»
O estilo era inconfundível e o chope era bem tirado; mas você pode ter a certeza, Carlos Drummond de Andrade, que muitas vezes eu o bebi à sua saúde, ou melhor, à saúde do António João. Isto é, à nossa. Dos 25 mil-réis que o Laio me pagava, eu dava 5 para o menino que batia à máquina; era muito dinheiro para um menino naquele tempo, e isso fazia o menino feliz. Enfim, lá em São Paulo, todos éramos felizes graças ao seu trabalho: Laio, o menino, os leitores e eu — e você em Minas não era infeliz.
Não creio que possa haver um crime mais perfeito.

                                                                                                   Agosto, 1965

O crime (de plágio) perfeito, de Rubem Braga.
Retirado do livro Rubem Braga 50 crônicas escolhidas
segunda-feira, 28 de novembro de 2011 0 comentários

Música do dia

A nossa música do dia de hoje é Shania Twain, "Don't"

 

Tradução:

Não

Você não gostaria de tentar?
Você sente o que eu sinto por dentro?
Você sabe que meu amor é mais forte que o orgulho
Não, não deixe sua raiva aumentar
Apenas me diga o que você precisa para que eu saiba
Por favor fale comigo, não feche a porta

Porque eu quero te ouvir,
Quero estar perto de você

Não lute, não discuta
Me de a chance de dizer ?que sinto muito"
Apenas me deixe te amar
Não me afaste, não diga para eu ir

Não, não desista da confiança
Não desista de mim, de nós
Se a gente pudesse agüentar o tempo suficiente

A gente consegue
A gente pode superar

Não lute, não discuta
Me de a chance de dizer ?que sinto muito"
Apenas me deixe te amar
Não me afaste, não diga para eu ir

Não finja que esta tudo bem
As coisas não vão melhorar desse jeito
Não faça algo que você possa se arrepender um dia
Não

instrumental

Não, não desista de mim
Não!

A gente consegue
A gente pode superar

Não lute, não discuta
Me de a chance de dizer ?que sinto muito"
Apenas me deixe te amar
Não me afaste, não diga para eu ir

(Não lute, não discuta)
Não desista de mim
(Me de a chance de dizer ?que sinto muito")
Dizer ?que sinto muito"
(Apenas me deixe te amar)
Não desista de mim
(Não me afaste)
Não diga para eu ir

(Não lute, não discuta)
(Me de a chance)
Dizer ?que sinto muito"
(Apenas me deixe te amar)
Não desista de mim
(Não me afaste)
Não diga para eu ir

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Rotina adolescente

Saio da escola apressado,
tenho que fazer uma pesquisa sobre moléculas.

Chego em casa,
deixo minha mochila em qualquer canto,
ligo o computador.

Abro o navegador da internet e vou direto ao Google.
Não resisto e dou uma passadinha no Orkut.

Me sinto entediado e vou ouvir uma música.
Me sinto importante, entro no Twitter.
Me sinto criativo, entro no Blog.
Me sinto só, entro no Messenger.
Quero curtir, entro no Facebook.

A música acaba.

Me sinto entediado, vou jogar.
21h15min, vou jantar.
21h53min, vou tomar banho.
22h25min, visto meu pijama.

22h34min, fecho todas as abas do navegador da internet.

22h45min, não tenho nada pra fazer, vou assistir a um filme.
23h52min, sinto sono, desligo o computador e vou me deitar.

00h, me sinto sem sono, fico olhando para o nada, pensando na vida...

01h05min, lembro da pesquisa.
01h6min, durmo...


Isso já aconteceu com a Leila, e com você?

domingo, 27 de novembro de 2011 0 comentários

Apresentação

Olá pessoas!
Apresento-lhes o blog "Minhas pequenas loucuras", onde postarei toda e qualquer coisa que eu quiser postar :P
Postarei textos, ....
....
...........
.................
Ér...
Só consegui pensar em textos
O que mais postarei???
Ahá!
Fica a surpresa...
É esperar pra ver, ainda sentado

Pois é, nem eu sei sobre o que vou postar, mas quem tiver qualquer sugestão, envie um email para: juhlie_s@hotmail.com
Então, é isso
Espero que gostem do blog e das postagens
Ah, o blog tem uma bonequinha pra representar, o nome dela é Leila.

Brevemente farei uma historinha pra ela...
E ela irá aparecer no final de cada postagem minha!
Olha ela aqui:
 
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